Sσв тυα мãσs jαz ρłαcı∂αмєηтє υм ѵυłcãσ, ıηsσηє
мσηsтяσ ∂єcαí∂σ, áѵı∂σ ρєłα тυα cσηsтєłαçãσ,
мσηsтяσ ∂єcαí∂σ, áѵı∂σ ρєłα тυα cσηsтєłαçãσ,
αυяσяα вσяєαł ησ єsραçσƒяıσ.
exρłσsãσ ıηıcıαł.
ıηícıσ.мєıσ.є ƒıм.
exρłσsãσ ıηıcıαł.
ıηícıσ.мєıσ.є ƒıм.
Ela chegou,atravessou as cortinas como quem flutuava por entre as fendas profundas e salientes do seu vestido que ensinavam o caminho de suas carnes, mas não os mostrava, todos os olhos dos cavalheiros ávidos por sua presença voltaram-se para ela, a grande surpresa da noite, mesmo que já tão esperada, dona de um aroma inebriante, arrebatava cada um com seu sorriso perverso e discretamente devasso no canto dos lábios, olhos negros e acelerados não fixavam em ninguém, não corria o risco de revelar a janela de sua alma aos que somente sustentavam seus caprichos, ego e acessórios, os seios eram fartos, estavam tão comprimidos no espartilho que gritavam ferozmente pela permissão da liberdade, enchiam a boca dos que olhavam aquelas frutas frescas e maduras transbordando na taça de sobremesa, sua exibição era forjada, planejada, desatinava mancebos á sua volta pela ditosa e torpe pecúnia, lição aprendida e exercida com a maestria em seu ofício de meretriz, fazia seu show e a platéia...